sábado, 4 de maio de 2019

10 motivos para consumir orgânicos

Nem precisa pensar muito. Leia abaixo e descubra as vantagens de consumir produtos orgânicos!
1. Evita problemas de saúde causados pela ingestão de substâncias químicas tóxicas. Pesquisas e estudos tem demonstrado que os agrotóxicos são prejudiciais ao nosso organismo e os resíduos que permanecem nos alimentos podem provocar reações alérgicas, respiratórias, distúrbios hormonais, problemas neurológicos e até câncer.
2. Alimentos orgânicos são mais nutritivos. Solos ricos e balanceados com adubos naturais produzem alimentos com maior valor nutritivo.
3. Alimentos orgânicos são mais saborosos. Sabor e aroma são mais intensos – em sua produção não há agrotóxicos ou produtos químicos que possam alterá-los.
4. Protege futuras gerações de contaminação química. A intensa utilização de produtos químicos na produção de alimentos afeta o ar, o solo, a água, os animais e as pessoas. A agricultura orgânica exclui o uso de fertilizantes, agrotóxicos ou qualquer produto químico; e tem como base de seu trabalho a preservação dos recursos naturais.
5. Evita a erosão do solo. Através das técnicas orgânicas tais como rotação de culturas, plantio consorciado, compostagem, etc., o solo se mantém fértil e permanece produtivo ano após ano.
6. Protege a qualidade da água. Os agrotóxicos utilizados nas plantações atravessam o solo, alcançam os lençóis d’água e poluem rios e lagos.
7. Restaura a biodiversidade, protegendo a vida animal e vegetal. A agricultura orgânica respeita o equilíbrio da natureza, criando ecossistemas saudáveis. A vida silvestre, parte essencial do estabelecimento agrícola é preservada e áreas naturais são conservadas.
8. Ajuda os pequenos agricultores. Em sua maioria, a produção orgânica provém de pequenos núcleos familiares que tem na terra a sua única forma de sustento. Mantendo o solo fértil por muitos anos, o cultivo orgânico prende o homem à terra e revitaliza as comunidades rurais.
9. Economiza energia. O cultivo orgânico dispensa os agrotóxicos e adubos químicos, utilizando intensamente a cobertura morta, a incorporação de matéria orgânica ao solo e o trato manual dos canteiros. É o procedimento contrário da agricultura convencional que se apoia no petróleo como insumo de agrotóxicos e fertilizantes e é a base para a intensa mecanização que a caracteriza.
10. O produto orgânico é certificado. A qualidade do produto orgânico é assegurada por um Selo de Certificação. Este Selo é fornecido pelas associações de agricultura orgânica ou por órgãos certificadores independentes, que verificam e fiscalizam a produção de alimentos orgânicos desde a sua produção até a comercialização. O Selo de Certificação é a garantia do consumidor de estar adquirindo produtos mais saudáveis e isentos de qualquer resíduo tóxico.
Fonte: Ambiente Brasil

quinta-feira, 25 de abril de 2019

Alimentação saudável poderia cortar gastos bilionários com saúde, diz estudo



Pesquisadores americanos simularam o que aconteceria na economia dos EUA se o sistema de saúde subsidiasse custos da população com frutas e verduras.

terça-feira, 23 de abril de 2019

O que é Agroecologia?

O que é Agroecologia?
Um sistema de produção sustentável, economicamente viável e socialmente justo. A agroecologia mistura espécies, usa adubos naturais, mantém o solo fértil, tem alta produtividade o ano todo e gera mais empregos. É praticada principalmente por pequenos produtores familiares e movimentos agrários.
Agroecologia consegue produzir tanto quanto o Agronegócio?
Produz mais. Dados apontam que a capacidade da agroecologia alcança o dobro da produtividade do agronegócio. Com mais incentivo, a agroecologia pode produzir alimento de qualidade e em quantidade suficiente para toda a população mundial, e sem veneno.
É verdade que custa mais caro?
Não. Muitas vezes, os orgânicos são colocados a preços altos em supermercados. Mas comprar em feiras agroecológicas ou direto com produtores/as rurais é mais barato do que consumir alimentos com agrotóxicos. Isso porque esses alimentos, gerados em sistemas equilibrados, têm um custo de produção muito menor do que os produzidos com compostos químicos.
TROQUE AGRONEGÓCIO POR AGROECOLOGIA
Os agrotóxicos não estão só nos alimentos. Eles já contaminam o solo, o ar, a água que bebemos, a maioria dos produtos industrializados e também carnes e queijos. Agrotóxicos já são encontrados até mesmo no leite materno.
Apesar de muitos já serem proibidos na União Europeia e Estados Unidos, há pressões do setor agrícola para manter esses produtos no Brasil. A produção de agrotóxicos é controlada por poucos e grandes grupos empresariais, o que cria um mercado altamente concentrado e impacta a distribuição de renda e a economia.
O uso contínuo de agrotóxicos acaba com a vida do solo e cria um ciclo negativo: plantas cada vez mais doentes, “pragas” cada vez mais resistentes e uso cada vez maior de adubos químicos e agrotóxicos..
O primeiro passo é reduzir o consumo de agrotóxicos em nosso dia a dia.
Além disso, precisamos pressionar o governo por mudanças nas políticas públicas, pelo banimento dos
agrotóxicos e pela implantação de uma Política Nacional de Agroecologia, ao invés de injetar cada vez
mais dinheiro no agronegócio.
OS AGROTÓXICOS CONTAMINAM O MEIO AMBIENTE, A SOCIEDADE E A SUA SAÚDE.

domingo, 17 de março de 2019

ALIMENTOS ORGÂNICOS

O ponto comum entre as diferentes correntes que formam a base da agricultura orgânica é a busca de um sistema de produção sustentável no tempo e no espaço, mediante  o manejo e a proteção dos recursos naturais, sem a utilização de produtos químicos agressivos à saúde  humana e ao meio ambiente, mantendo incremento da fertilidade e a vida dos solos, a diversidade  biológica e respeitando a integridade cultural dos agricultores.

* Produtos orgânicos são ecologicamente corretos - a produção vivifica o solo, mantém as  florestas naturais e o ciclo das águas limpas. O meio ambiente agradece o  equilíbrio   promovido no ecossistema em que a agricultura orgânica ou biodinâmica reside.

* Os projetos orgânicos são socialmente justos - se preocupam com o bem estar das   pessoas e respeitam seus direitos.

*  A sustentabilidade deve existir  - tornar-se economicamente viável é uma meta.


Plantio e colheita buscam qualidade, respeitando as estações do ano, clima da região, maturação, além de outros fatores fundamentais a uma agricultura equilibrada. Com esses  cuidados o resultado é a produção de alimentos saudáveis, onde seus nutrientes são conservados. Por tudo isso são ricos e completos em sua essência.

*Alimentos orgânicos recebem selos de certificação, que atestam a veracidade dos produtos e as  condições ideais de produção.

Mas tenha atenção, não se deixe confundir : 

- Alimento integral nem sempre é orgânico
                                                                       

- Alimento natural nem sempre é orgânico
                                                                       

- Alimentos hidropônicos não são orgânicos
                                                                      

- Alimentos Transgênicos não são orgânicos


Fonte: http://www.namaste.ind.br/index.html 


domingo, 9 de dezembro de 2018

Batata Doce é a chave para o fim da gastrite, refluxo, azia, e até mesmo úlceras!

Com toda a certeza, você já conheceu pessoas que têm o seu dia a dia afetado por sofrerem de sérios problemas estomacais, como úlceras ou gastrite.
Porém, existe um alimento que consegue eliminar todos esses distúrbios: a batata doce!

É só juntar esse ingrediente com 600 ml de água filtrada para resolver qualquer incômodo no estômago.
Como tratar de problemas estomacais através da batata-doce:
1 – Tire a casca da batata e ponha-a juntamente com um bocadinho de água numa tigela: desse jeito, a batata nunca ficará escura;
2 – Ponha a batata e os 600 ml de água num liquidificador e, depois, recorra a um pano para coar o preparado;
3- Você deverá ficar com uma mistura idêntica a essa que apresentamos na imagem seguinte. A parte escura corresponde ao líquido. Já a parte branca é o polvilho;
4. Jogue o líquido fora, ficando somente com o polvilho;
5. Ponha tudo o que restou numa área que não esteja molhada;
6. Assim que o preparado ficar seco, dissolva uma colher de polvilho de batata em 200 ml de água e misture tudo muito bem;
7. Beba – deve ingerir um copo assim que acordar, antes do café da manhã, outro, antes do almoço, e outro, antes do jantar.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Estudo Mostra Relação entre Alimentos Orgânicos e a Redução do Câncer

SAÚDE

Sintomas, prevenção e tratamentos para uma vida melhor

Roni Caryn Rabin
Do New York Times
03/11/2018 09h38

As pessoas que compram alimentos orgânicos geralmente estão convencidas de que eles são melhores para a saúde e estão dispostas a pagar mais caro por isso. Até hoje, no entanto, não havia evidências dos benefícios de comer alimentos orgânicos. 

Agora, um novo estudo francês que acompanhou 70 mil adultos, a maioria deles do sexo feminino, durante cinco anos, relatou que os consumidores mais frequentes de alimentos orgânicos tinham 25 por cento menos cânceres do que aqueles que nunca comiam orgânicos. Os que ingeriam mais frutas, verduras, laticínios, carne e outros alimentos orgânicos tiveram uma queda particularmente acentuada na incidência de linfomas e uma redução significativa nos casos de câncer de mama na pós-menopausa. 

A magnitude da proteção surpreendeu os autores do estudo. "Esperávamos encontrar uma redução, mas esse resultado é muito mais significativo", afirmou Julia Baudry, principal autora do estudo e pesquisadora do Centro de Pesquisa em Epidemiologia e Estatística Sorbonne Paris Cité, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França. Ela afirmou que o estudo não prova que a alimentação orgânica causa uma redução nos cânceres, mas sugere fortemente que "uma dieta com base orgânica pode contribuir para reduzir o risco de câncer". 

O estudo, publicado na recentemente na JAMA Internal Medicine, foi pago inteiramente por fundos públicos e governamentais.

Especialistas em nutrição da Universidade de Harvard, que escreveram um comentário acompanhando o estudo, expressaram cautela, no entanto, criticando a falha dos pesquisadores em testar os níveis de resíduos de pesticidas nos participantes, a fim de validar a quantidade dessa exposição. Eles pediram mais estudos de longo prazo financiados pelo governo para confirmar os resultados.

"Do ponto de vista prático, os resultados ainda são preliminares e não são suficientes para alterar as recomendações dietéticas sobre a prevenção do câncer", disse o doutor Frank B. Hu, autor do comentário e presidente do departamento de nutrição da Escola de Saúde Pública T.H. Chan de Harvard.

Ele explicou que, se a ideia é prevenir o câncer, é mais importante para os americanos simplesmente comer mais frutas e vegetais, mesmo que o produto não seja orgânico. A Sociedade Americana de Câncer recomenda fazer uma dieta saudável com muitas frutas e vegetais, grãos integrais em vez de refinados e quantidades limitadas de carne vermelha, carne processada e açúcares.

Hu pediu que órgãos governamentais como os Institutos Nacionais de Saúde e o Departamento de Agricultura financiassem pesquisas para avaliar os efeitos de uma dieta orgânica, dizendo que há "razões científicas suficientemente fortes e uma grande necessidade do ponto de vista da saúde pública".

O único estudo além desse de grandes proporções que perguntou aos participantes sobre o consumo de alimentos orgânicos com referência ao câncer foi uma pesquisa britânica de 2014.

Embora tenha encontrado um risco significativamente menor de linfoma não-Hodgkin entre mulheres que disseram que, em geral ou sempre, comiam alimentos orgânicos, também encontrou uma taxa maior de câncer de mama nos consumidores orgânicos – e nenhuma redução geral no risco de câncer.

Os autores desse estudo, conhecido como Million Women, disseram na época que mulheres mais ricas e mais instruídas, tinham maior probabilidade de comprar alimentos orgânicos, mas também possuíam fatores de risco que aumentam a probabilidade de ter câncer de mama, como menos filhos e maior consumo de álcool.

O mercado de alimentos orgânicos cresceu nos últimos anos, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. As vendas de comidas orgânicas aumentaram para US$45,2 bilhões no ano passado nos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa de 2018 da Associação Comercial Orgânica.

Para que os alimentos sejam certificados como orgânicos pelo Departamento de Agricultura, devem ser cultivados sem o uso da maioria dos fertilizantes e pesticidas sintéticos e não podem conter organismos geneticamente modificados. A carne precisa ser produzida criando animais alimentados com produtos orgânicos, sem o uso de hormônios ou antibióticos. Esses itens agora representam 5,5 por cento de todos os alimentos vendidos em lojas de varejo, de acordo com o grupo de comércio orgânico.

Um representante da Aliança para a Alimentação e Agricultura, grupo que procura acalmar as preocupações do público sobre os pesticidas, disse que os consumidores não devem se preocupar com os riscos de ter câncer por consumir frutas e vegetais cultivados convencionalmente. 

"Décadas de estudos nutricionais revisados amplamente e conduzidos usando produtos cultivados de modo convencional mostraram que ter uma dieta rica em frutas e vegetais previne doenças como o câncer e leva a uma vida mais longa", disse Teresa Thorne, diretora executiva da Aliança, por e-mail.

Para o estudo recente, os pesquisadores recrutaram 68.946 voluntários que tinham 44 anos, em média, quando o estudo começou. A grande maioria, 78 por cento, era formada por mulheres.

Os participantes forneceram informações detalhadas sobre a frequência com que consumiram 16 tipos diferentes de orgânicos. Os pesquisadores perguntaram sobre uma ampla gama de alimentos, incluindo frutas, vegetais, laticínios e produtos de soja, carne, peixe e ovos, assim como grãos e legumes, pão e cereais, farinha, óleos e condimentos, vinho, café e chás, biscoitos, chocolate, açúcar e até mesmo suplementos dietéticos.

Os voluntários do estudo forneceram três registros de 24 horas de sua ingestão, incluindo o tamanho das porções, durante um período de duas semanas.

A informação era muito mais detalhada do que a fornecida pelos participantes do estudo britânico Million Women, que responderam a uma única pergunta sobre a frequência com que se alimentavam com orgânicos.

Os participantes do estudo francês também forneceram informações sobre seu estado geral de saúde, sua ocupação, educação, renda e outros detalhes, como se tinham ou não o hábito de fumar. 

Como as pessoas que comem alimentos orgânicos tendem a ser mais conscientes da saúde e podem se beneficiar de outros comportamentos saudáveis, e também tendem a ter rendimentos mais altos e mais anos de educação do que aqueles que não comem orgânicos, os pesquisadores fizeram ajustes para explicar as diferenças nessas características, bem como fatores como atividade física, tabagismo, consumo de álcool, histórico familiar de câncer e peso.

Mesmo após esses ajustes, os consumidores mais frequentes de alimentos orgânicos apresentaram 76 por cento menos ocorrências de linfomas, 86 por cento menos de linfomas não Hodgkin e 34 por cento de redução dos cânceres de mama que se desenvolvem após a menopausa.

As reduções nos linfomas podem não ser tão surpreendentes. Estudos epidemiológicos têm encontrado consistentemente maior incidência de alguns linfomas entre pessoas como agricultores e trabalhadores rurais que estão expostos a certos pesticidas por causa do trabalho que realizam.

A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classificou dois pesticidas comumente usados na agricultura – o malatião e o diazinon –, bem como o herbicida glifosato como prováveis carcinógenos humanos e ligou os três produtos ao linfoma não-Hodgkin

Uma razão pela qual uma dieta orgânica pode reduzir o risco de câncer de mama é que muitos pesticidas causam desequilíbrios endócrinos e imitam a função estrogênica, e os hormônios desempenham um papel causal na doença.
FONTE: