segunda-feira, 4 de setembro de 2017

DIETA DA BANANA FUNCIONA?

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Além do consumo da fruta, dieta prega dormir cedo e fazer um diário alimentar
Apesar do nome, essa dieta não obriga você a comer só banana – a não ser no café da manhã, no qual o alimento deve ser ingerido. Mas por que banana? Segundo os nutricionistas autores da dieta, originalmente criada no Japão, as bananas carregam amidos e enzimas que auxiliam na digestão, melhorando o trânsito intestinal e processos digestivos, contribuindo para a saciedade e para emagrecer. Quer entender porque os benefícios dessa dieta podem ir muito além do consumo de banana, se aproximando mais de uma reeducação alimentar do que um cardápio maluco? O seguidores da dieta dizem que é possível perder de três a cinco quilos por mês com o regime. Levantamos os principais conceitos da dieta da banana e pedimos a opinião de dois especialistas, que comentaram cada um dos tópicos e deram dicas para adaptar essas recomendações a qualquer dieta:
Coma apenas banana no café da manhã
Uma banana crua e fresca é o cardápio do café da manhã para essa dieta. Fonte de carboidrato, a fruta é o único alimento permitido nessa refeição, sendo vetados outros grupos alimentares, como o pãozinho, café ou leite. Nanica, prata, maçã, qualquer tipo está liberado, desde que seja consumido ao natural. Não vale nem amassar a fruta! Uma unidade de banana tem entre 90 a 100 calorias, em média, dependendo do tipo. Segundo o criador da dieta da banana, você pode comer mais de uma, até sentir que está satisfeito – mas sem exageros. Se 15 ou 30 minutos após a sua banana você ainda estiver com fome, pode comer um lanche de aproximadamente 200 calorias. Em alguns lugares, você pode ler que é obrigatório ingerir quatro bananas mais um ou dois copos de água morna pela manhã, pois essa dupla forma um gel que demora para ser digerido, aumentando a sensação de saciedade. Isso significa que você irá comer menos nas refeições seguintes. Entretanto, na dieta original, a recomendação é comer apenas a banana, ingerindo o líquido se você quiser – a dica da água morna surgiu com um médico japonês chamado Hitoshi Watanabe e até ganhou alguns adeptos. Mas a banana forma esse gel em contato com a água como qualquer outra fruta rica em fibras.
Outro ponto importante é que os açúcares presentes nas frutas, inclusive a banana, não são suficientes para sustentar o café da manhã inteiro, ainda que você coma mais de uma. “Por ser uma fruta, a banana é fonte de açúcar, assim, comê-la no café da manhã é uma boa opção, pois nesse horário o corpo requisita energia para as atividades do dia”, explica a nutricionista Juliana Rossi Di Croce, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. A fruta também possui fruto oligossacarídeo, ou FOS, um prebiótico que promove o crescimento de bactérias benéficas no intestino, ajudando a reduzir as toxinas produzidas pelo colón intestinal e melhorando a absorção de nutrientes. “Além disso, a banana também tem potássio, mineral que exerce importante papel no controle da pressão arterial, pectina, que é uma fibra solúvel que diminui colesterol, vitamina B6, que facilita a comunicação entre músculos e nervos, e o triptofano, aminoácido precursor da serotonina, um neurotransmissor relacionado ao controle da depressão, ansiedade e a insônia”, explica a nutricionista.
No entanto, apenas a banana pode não ser suficiente para você ficar saciado e conseguir toda a energia que precisa pela manhã. “Por mais que o consumo de frutas seja bem vindo, é importante comer proteínas pela manhã, que são digeridas de forma mais lenta e fornecem mais energia para começar o dia”, ressalta o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrição. De acordo com os especialistas, o café da manhã tem que ser mais rico do que apenas frutas, com cereais integrais, como a aveia, e proteínas (leite, iogurte, queijo, etc).
Coma normalmente no almoço e jantar
Não existem limites calóricos muito definidos para as refeições na dieta da banana, nem mesmo alimentos que você pode ou não deixar de comer – com exceção das sobremesas, que não são permitidas. Mas, na prática, o simples fato de começar uma dieta pode fazer com que a pessoa faça escolhas mais saudáveis, evitando frituras, carboidratos simples e alimentos ricos em gorduras. Só que a dieta também não abre precedentes para exageros, em uma escala de saciedade que vai de um a 10, você deve parar de comer quando estiver no sete. Para saber respeitar a escala basta entender que a escala 7 seria o ponto em que a pessoa fica satisfeita, porém sem a necessidade de um segundo prato, enquanto a escala 10 provoca uma sensação de estufamento, quase um desconforto por ter comido demais. “Ter essa consciência é importante para evitar comer mais do que o nosso corpo realmente precisa”, explica o nutrólogo Roberto. Segundo o especialista, as pessoas comem até 30% a mais do que deveriam por estarem distraídas ou comerem muito rápido. “O corpo sinaliza via neurotransmissores e hormônios quando se deve parar de comer, mas algumas sinalizações em alguns indivíduos são mais lentas e em outros mais rápidas”, explica a nutricionista Juliana.
Coma seu alimento conscientemente
Mastigue a banana e todos os outros alimentos que ingerir com a consciência do que você está comendo, sentindo o sabor daquela refeição – esse é o terceiro pilar da dieta da banana. Segundo os especialistas, essa recomendação entra na questão de que o corpo pode demorar para perceber que você está comendo. “Por isso, é importante comer devagar e mastigar bem os alimentos, para dar tempo de o seu organismo entender que você está comendo”, explica o nutrólogo Roberto. Outro ponto de prestar atenção do que se está comendo é descobrir sabores e preferências novos – transformar a refeição em uma experiência prazerosa ajuda a dar um novo sentido para a comida e abraçar de vez a alimentação saudável. Segundo os especialistas, isso funciona para qualquer dieta.
Beba apenas água
Nessa dieta, a bebida permitida nas refeições é a água, de preferência mineral ou filtrada, em temperatura ambiente. Segundo os seguidores da dieta, é importante que a água seja ingerida em pequenos goles e deve evitar os excessos, apesar de você não ter uma cota limite de ingestão por dia. “A água é quem ajudará no transporte de fluído no sangue, ajudará a circulação, manterá a temperatura corporal e a frequência cardíaca e a pressão arterial reguladas”, explica a nutricionista Juliana. Fora das grandes refeições, bebidas não calóricas como chá, café e refrigerante diet geralmente são permitidas, mas seu consumo não é encorajado. De acordo com o nutrólogo Roberto, é realmente importante priorizar o consumo de água em detrimento de outros líquidos, principalmente os refrigerantes. “Mas os sucos e chás podem ser consumidos em menor frequência em uma alimentação saudável, já que são fontes de vitaminas e antioxidantes.”
Você pode comer um lanche intermediário
Três horas após o almoço, você pode fazer um lanche mais saboroso, como uma sobremesa. Biscoitos, frutas frescas, pipocas… Esses e outros alimentos pouco calóricos são recomendados para o lanche – mas você não precisa se negar um doce se estiver mesmo com vontade. “Os lanches mantêm os níveis de glicose no sangue adequado e contribuem para que a sensação de fome e compulsão não aconteça, pois quando a glicemia cai muito aparece a vontade de comer compulsivamente, sem contar que o organismo freia o metabolismo como forma de se proteger da restrição alimentar”, explica a nutricionista Juliana. Na dieta da banana, somente o lanche é recomendado, mas se você estiver com fome depois do jantar, pode comer uma porção de frutas frescas – embora não seja recomendado. Em uma reeducação alimentar, a média de consumo para um lanche intermediário é de 200 a 300 calorias, para uma dieta de 2.000 calorias diárias, sendo que os lanches devem ser feitos pela manhã, à tarde e após o jantar.
Cedo para a cama
Na dieta da banana, a recomendação é que você vá dormir no máximo à meia-noite, e se puder se deitar antes, melhor. O ideal é ter um período de quatro horas entre a última refeição ou lanche e o horário de dormir. Por isso, a recomendação dos adeptos da dieta da banana é que você jante até às 20h, sendo o ideal às 18h. Durante o sono liberamos hormônios que controlam o apetite, a queima de gordura e a sensação de saciedade. “Quando o sono não é regular, essa liberação fica comprometida e, assim, o corpo não trabalha com esses níveis hormonais adequados, podendo contribuir para o aumento de peso”, explica a nutricionista Juliana. Entretanto, o nutrólogo Roberto ressalta que tão importante quanto a hora que vamos dormir é o horário em que acordamos: “Nosso ciclo de sono ideal é de seis a oito horas por noite, por isso de nada adianta ir dormir cedo e acordar muito tarde”, afirma. Ele explica também que pessoas que vão se deitar muito tarde podem acabar comendo mais pelo tempo que passa acordada, mas isso não pode justificar um excesso de horas de sono. “O mais importante é a qualidade do sono, não tanto a quantidade ou horário exato, pois essa necessidade é muito individual”, completa Juliana.
Exercício só se você quiser
Esse talvez seja um dos pontos mais polêmicos dessa dieta, já que eles não têm qualquer tipo de recomendação sobre a prática de exercícios. De acordo com os seguidores do método, as caminhadas são incentivadas, mas você não é obrigado a fazer um exercício pesado. “A atividade física deve sempre ser estimulada, e uma dieta que abre precedentes para o sedentarismo deve ser vista com cuidado”, alerta o nutrólogo Roberto. Dessa forma, o exercício é importante não só para o emagrecimento como para a manutenção da saúde de forma geral, e deve ser incentivada a prática no mínimo três vezes por semana. “Fazer só a dieta pode ter um resultado interessante apenas no início, mas depois o corpo e adapta e precisa gastar mais energia, entrando aí a atividade física”, explica a nutricionista Juliana. Converse com o seu médico e veja qual é o plano de exercícios ideal para você.
Mantenha um diário de dieta
Pelo fato de a dieta da banana ter criado força na internet, muito adeptos japoneses passaram naturalmente a documentar sua ingestão alimentar diária e progresso por meio de blogs, fóruns, ou redes sociais – e isso lhes deu um apoio extra para continuar no processo. “Fazer esse diário é importante porque muitas vezes a pessoa não tem noção, em termos calóricos, do que ingere durante o dia”, explica a nutricionista Juliana. Anotando em um diário as quantidades e horários, ao final do dia e da semana, você até pode enviar para uma nutricionista, que irá avaliar o que foi ingerido e identificar os erros nas quantidades e nas qualidades dos alimentos. Além disso, o apoio dos amigos e outras pessoas que estão passando pelo mesmo momento que você pode ajudar a não abandonar o objetivo, sendo portanto interessante manter o progresso de forma aberta, online.
Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

ALIMENTOS ORGÂNICOS - ENTREGAMOS EM SUA CASA! MARINGÁ - SARANDI E PAIÇANDU

Lembrando que Hoje é o último dia para fazer a sua encomenda dos alimentos orgânicos da Naturingá.
A entrega e/ou retirada será na Sexta Feira, Dia 01 de Setembro!
Faça o cadastro no site antes de adicionar os produtos ao carrinho de compras! Finalize o pedido, emita o Boleto ou pague no Cartão!
Pronto!  
A Sua encomenda estará disponível para retirada ou para receber (Taxa Motoboy de R$10,00 para entregas a domicilio) O local da retirada está indicado no site!
Entregas apenas para os Municípios de Maringá - Sarandi e Paiçandu!
https://naturinga. commercesuite.com.br/

terça-feira, 15 de agosto de 2017

ALIMENTOS ORGÂNICOS EM MARINGÁ - FAÇA A SUA ENCOMENDA - SOMENTE HOJE DIA 15 DE AGOSTO - RECEBA NA SEXTA FEIRA!


HOJE, TERÇA FEIRA, DIA 15 DE AGOSTO (FERIADO EM MARINGÁ), MANTEREMOS O SITE ABERTO E DISPONÍVEL PARA VOCÊ FAZER A SUA ENCOMENDA DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS E AGROECOLÓGICOS DA NATURINGÁ!

 A entrega e/ou retirada será no dia 18 de Agosto - (Sexta Feira).
O local está indicado no site! Faça o cadastro no site antes de adicionar os produtos ao carrinho de compras! Finalize o pedido, emita o Boleto ou pague no Cartão! Pronto! 

A Sua encomenda estará disponível para retirada ou para receber (Taxa Motoboy de R$10,00 para entregas a domicilio) 

Entregas apenas para os Municípios de Maringá - Sarandi e Paiçandu! 

https://naturinga.commercesuite.com.br/


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Orgânicos e Agroecológicos, qual a diferença?

Produtos Orgânicos

Produtos Orgânicos

O que são?

Para ser considerado orgânico, o produto tem que ser produzido em um ambiente de produção orgânica, onde se utiliza como base do processo produtivo os princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.
Na agricultura orgânica não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente. Não são utilizados fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos. O Brasil, em função de possuir diferentes tipos de solo e clima, uma biodiversidade incrível aliada a uma grande diversidade cultural, é sem dúvida um dos países com maior potencial para o crescimento da produção orgânica.

Prefira os produtos orgânicos

Os produtos orgânicos, tanto de origem animal como vegetal, são mais saudáveis, têm mais sabor e podem estar bem perto de você. Ao consumir os orgânicos, você leva à mesa da sua casa produtos mais saborosos e com todas as vitaminas e minerais preservados. Tal resultado decorre do manejo diferenciado que é dado às plantas e aos animais.
A inserção dos produtos orgânicos nos cardápios de restaurantes tem sido uma forma de valorizar os pratos e marcar uma posição de responsabilidade dos estabelecimentos por estimularem o desenvolvimento sustentável.

Os Produtos orgânicos e meio ambiente

Uma das características fundamentais da produção orgânica é a preocupação com o meio ambiente. Os sistemas orgânicos de produção priorizam o uso responsável dos recursos naturais, contribuindo para o desenvolvimento sustentável. A agricultura orgânica busca diversificar e integrar a produção de espécies vegetais e animais com o objetivo de criar ecossistemas mais equilibrados.

Consumo responsável

Ao consumir produtos orgânicos, você contribui para o fortalecimento dessa grande rede de pessoas e instituições que trabalham em prol de uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras. O consumidor responsável deve considerar e valorizar, no ato da compra, os produtos da estação, os regionais, aqueles que fortalecem os produtores locais e os que têm processo de produção e embalagens que agridem menos o meio ambiente.

O que é Agricultura Orgânica

Os produtos orgânicos são cultivados sem o uso de agrotóxicos, adubos químicos e outras substâncias tóxicas e sintéticas. A ideia é evitar a contaminação dos alimentos ou do meio ambiente. O resultado desse processo são produtos mais saudáveis, nutritivos e com mais qualidade de produção, o que garante a saúde de sua família e a do Planeta.
A agricultura orgânica busca criar ecossistemas mais equilibrados, preservar a biodiversidade, os ciclos e as atividades biológicas do solo. Esta é a razão pela qual o agricultor orgânico não cultiva produtos transgênicos, pois ele não quer colocar em risco a diversidade de variedades que existem na natureza.
Verduras, legumes, frutas, castanhas, carnes, pães, café, laticínios, sucos e outros produtos “in natura” e processados _ só podem ser considerados  orgânicos se forem cultivados dentro de ambiente de plantio orgânico, respeitando todas as regras do setor.  
O comércio de produtos orgânicos no Brasil, bem como no mundo, depende da relação de confiança entre produtores e consumidores e dos sistemas de controle de qualidade.
As leis brasileiras abriram uma exceção à obrigatoriedade de certificação dos produtos orgânicos para agricultura familiar que hoje pode vender os orgânicos diretamente aos consumidores finais. Para isso, porém, os agricultores precisam estar vinculados a uma Organização de Controle Social – OCS.

O que é agroecologia?

É uma nova abordagem que integra os conhecimentos científicos (agronômicos, veterinários, zootécnico, ecológicos, sociais, econômicos e antropológicos) aos conhecimentos populares para a compreensão, avaliação e implementação de sistemas agrícolas, com vistas a sustentabilidade. Não se trata de uma prática agrícola específica ou um sistema de produção.

O que é um ecossistema?

Um sistema funcional de relações complementares entre os organismos vivos e seu ambiente, que apresenta limites no espaço e no tempo para manter um contínuo equilíbrio dinâmico. Pode-se ter ecossistemas naturais ou manipulados pelo homem, como os agroecossitemas.

O que é um agroecossistema?

É a interpretação, avaliação e manejo do sistema agrícola, a exemplo de um ecossistema. Permite conduzir a produção com base nas interrelações entre os elementos constituintes desses sistemas, como homem e recursos naturais (solo, água, plantas e organismos e microrganismos) e entre outros sistemas externos, sob o aspecto econômico, social, cultural e ambiental. Assim, nos agroecossistemas é considerado o complexo conjunto das interações biológicas, físicas e químicas que determinam o processo de obtenção e manutenção em longo prazo da produção, que não se restringe à preocupação isolada com as saídas dos sistemas (produtividade ou rendimento das atividades agropecuárias).

sábado, 29 de julho de 2017

Nos intoxicamos principalmente por causa da má alimentação.



10 sinais de que seu intestino está sobrecarregado de toxinas que fazem você se sentir inchado, ansioso e deprimido!

  O nosso corpo sempre emite sinais quando alguma coisa está errada.
E é  nosso dever ter sensibilidade para detectar os sintomas e procurar ajuda o quanto antes – assim podemos tratar e evitar problemas mais graves.
Com o intestino não é diferente.
Listamos alguns sintomas que ocorrem quando o nosso intestino está intoxicado e necessitando de uma desintoxicação.
A desintoxicação é importante para a nossa saúde geral, além de favorecer o microbioma do intestino e o equilíbrio de microrganismos no trato intestinal.
Por outro lado, se ignorarmos isso, podemos sofrer com distúrbios de humor, peso, problemas na pele e doenças autoimunes.
Nos intoxicamos principalmente por causa da má alimentação.
As comidas fast-food, por exemplo, são campeãs.
No entanto, também devemos considerar o uso excessivo de antibióticos e laxantes.
Tudo isso desequilibra o microbioma intestinal.
Veja a lista de sintomas associados a um quadro de intoxicação intestinal: intestino_-_intoxicacao
– Problemas digestivos, como síndrome do intestino irritável, inchaço, dor abdominal, indigestão, mau hálito, prisão de ventre ou diarreia
– Alergias
– Infecções recorrentes de leveduras (cândida)
– Desejo intenso por açúcar
– Aumento de peso
– Acne, eczema, urticária e psoríase
– Dor nas articulações
– Depressão
– Mau humor (irritabilidade)
– Confusão mental
Para corrigir essa condição, recomendamos o consumo de:
1. Probióticos
São bactérias saudáveis que ajudam a equilibrar a flora intestinal.
Eles vêm em forma de suplementos, tanto em cápsulas como em pó.
Outra opção é investir em alimentos fermentados, como iogurte, chucrute, kefir e kombucha.
2. Prebióticos
São muito úteis para o trato gastrointestinal, pois contém fibra, inulina e arabinogalactana.
Basta consumir alimentos como alho, alcachofra, feijão, cebola, brócolis, cenoura, alho-poró e quiabo.
3. Suplementos antifúngicos e antiparasitários
Ervas e suplementos também são necessários para a erradicação de organismos patogênicos, como cândida, bactérias ou parasitas.
Você pode incluir em sua dieta alho, orégano, o extrato de semente de toranja, ácido caprílico, extrato de folha de oliveira ou pau-d’arco.
É muito importante também evitar o consumo de açúcar ou carboidratos refinados.
Isso porque destroem a flora intestinal e causam problemas sérios em nosso organismo, como o enfraquecimento da imunidade.
Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.
Fonfe: http://topdicaspravoce.org/?p=17294

sexta-feira, 28 de julho de 2017

ALIMENTOS ORGÂNICOS EM SUA CASA EM MARINGÁ! FAÇA A SUA ENCOMENDA!

Estamos novamente com os produtos no site disponíveis para as encomendas dos alimentos orgânicos da Naturingá, até o dia 31 de julho - segunda feira, retire ou receba em sua residência no dia 04 de Agosto (Sexta Feira) https://naturinga.commercesuite.com.br/
Nenhum texto alternativo automático disponível.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

O que são Orgânicos e qual a Diferença para os Alimentos produzidos em Sistema Agroecológico?

Orgânico X Agroecológico, você sabe a diferença?



Por estarem intimamente ligados a questão do natural acabamos por confundir essas nomenclaturas. A mídia trata de colaborar com isso muito bem. Na verdade existe uma grande diferença entre alimento orgânico e alimento Agroecológico.

A agroecológia é a junção harmônica de conceitos das ciências naturais com conceitos das ciências sociais. Tal junção permite nosso entendimento acerca da Agroecologia como ciência dedicada ao estudo das relações produtivas entre homem-natureza, visando sempre a sustentabilidade ecológica, econômica, social, cultural, política e ética. Basicamente, a proposta agroecológica para sistemas de produção agropecuária faz direta contraposição ao agronegócio, por condenar a produção centrada na monocultura, na dependência de insumos químicos e na alta mecanização, além da concentração de terras produtivas, a exploração do trabalhador rural e o consumo não local da respectiva produção. Ou seja, as práticas agroecológicas podem ser vistas como práticas de resistência da agricultura familiar, ao processo de exclusão do meio rural e homogeneização das paisagens de cultivo. As práticas agroecológicas se baseiam na pequena propriedade, na mão de obra familiar, em sistemas produtivos complexos e diversos, adaptados às condições locais e em redes regionais de produção e distribuição de alimentos.

Portanto, não se pode pensar em Agroecologia como “ciência neutra”, já que há em suas pesquisas e aplicações claro posicionamento político. 


Ela se coloca como ciência comprometida e a serviço das demandas populares, em busca de um desenvolvimento que traga soluções sustentáveis para os diversos problemas hoje enfrentados na cidade e no campo.

Já o orgânico pode ser agroecológico ou não! Os produtos orgânicos não fazem uso de produtos químicos sintéticos ou alimentos geneticamente modificados. A filosofia dos alimentos orgânicos não se limita à produção agrícola, extendendo-se também à pecuária (em que o gado deve ser criado sem remédios ou hormônios), e também ao processamento de todos os seus produtos:
alimentos orgânicos industrializados também devem ser produzidos sem produtos químicos artificiais, como os corantes e aromatizantes artificiais. Pode-se quase resumir toda sua essência filosófica num desprezo absoluto por tudo que tenha origem na industria química. Todas as demais industrias: mecânica, energética, logística, são admissíveis desde não muito salientes.
Produtos orgânicos costumam ser significativamente mais caros que os tradicionais, tanto por causa do maior custo de produção, quanto pelo seu marketing (que explora uma imagem de "apelo ecológico").
Além disso esses produtos por serem orgânicos, não os livra de serem produzidos nos moldes da agricultura convêncional ou da monocultura, eles apenas não usam da quimica como principal meio de combate pragas e fazendo uso dessa propaganda,"livre de agrotoxicos", juntamente com a midia do "selo verde" que é uma certificação que impede o pequeno produtor de comercializar
seu produto como orgânico, que o mesmo alcança preços absurdos e atigem a um determinado tipo de consumidor, o de alto poder aquisitivo.

O que é Agricultura Orgânica?
Agricultura orgânica é um sistema de produção comprometido com a saúde dos solos, dos ecossistemas e das pessoas. Ele se baseia em processos ecológicos, na biodiversidade e ciclos adaptados às condições locais, ao invés do uso de insumos químicos com efeitos adversos. Agricultura orgânica combina tradição, inovação e ciência para beneficiar o meio ambiente compartilhado e promover relações justas e uma boa qualidade de vida para todos os envolvidos.
Esse modo de produção assegura o fornecimento de alimentos orgânicos saudáveis, mais saborosos e de maior durabilidade. Ele não polui o solo nem o lençol freático com substâncias químicas tóxicas e utiliza sistemas de manejo, assegurando a estrutura e fertilidade dos solos, além de adubação orgânica, promovendo o ciclo perfeito da natureza e sua sustentabilidade.
 
O que é Agrofloresta?
Agrofloresta é a integração intencional de árvores e arbustos em sistemas de culturas agrícolas e animais para criar benefícios ambientais, econômicos e sociais.
A agrofloresta recupera antigas técnicas de povos tradicionais de várias partes do mundo, unindo a elas o conhecimento científico acumulado sobre a ecofisiologia das espécies vegetais, e sua interação com a fauna nativa.
Os sistemas agroflorestais auxiliam na conservação dos solos e das microbacias, recuperação de solos degradados, assim como de nascentes de água e áreas florestais.

 O que é Agroecologia?
Agroecologia é uma disciplina científica que usa a teoria ecológica para avaliar e gerir os sistemas agrícolas para que eles sejam produtivos, sustentáveis e que otimizem o uso dos recursos locais, cultivando a fertilidade do solo de maneira biológica e a regulação natural de pragas, através da promoção da biodiversidade, enquanto minimizam os impactos ambientais e socioeconômicos negativos das tecnologias modernas.
Ela se caracteriza também como um movimento sociopolítico e socioambiental, de empoderamento do agricultor familiar em busca de sua identidade e de raízes culturais e principalmente de sua autonomia, poder de decisão e participação ativa no processo produtivo, além das suas preocupações ambientais.
A agroecologia é, portanto, uma ciência integradora, que agrega conhecimentos de outras ciências, além de agregar também saberes populares e tradicionais, sempre visando uma agricultura ambientalmente sustentável, economicamente eficiente e socialmente justa.
As técnicas de agricultura orgânica, agrofloresta e permacultura podem em vários aspectos ser associadas e usadas na abordagem agroecológica.
Fontes: www.guiabioagri.com
www.amaranthus.esalq.usp.br