sábado, 16 de julho de 2016

Fritjof Capra: “Sobrevivência da humanidade depende de nossa alfabetização ecológica”

por  matéria de 2015. 


Físico e escritor austríaco Fritjof Capra foi a grande atração do primeiro dia do congresso ciclos
O PhD em física e escritor austríaco Fritjof Capra, autor de best-sellers como O Tao da FísicaO Ponto de Mutação e As Conexões Ocultas, abriu na quinta-feira, 2 e 3 de julho – 2015 Local: Centro de Eventos do Pantanal – Cuiabá (MT) durante a realização do  Congresso Internacional de Sustentabilidade para Pequenos Negócios (Ciclos)

Ao ministrar a palestra magna de abertura do evento, intitulada O estado do mundo: impactos da escassez na economia global, Capra defendeu o que chama de “pensamento sistêmico”, baseado na interdependência dos sistemas vivos, os quais ele inclui as sociedades urbanas e os ecossistemas.

“Nas próximas décadas, a sobrevivência da humanidade dependerá de nossa alfabetização ecológica”, destacou o físico. Para Capra, ser ecologicamente alfabetizado (ecoliterate) significa entender os princípios básicos da ecologia que os ecossistemas desenvolveram para manter a ‘teia da vida’.

“No Centro para Alfabetização Ecológica em Berkeley, meus colegas de trabalho e eu desenvolvemos uma pedagogia especial para ensinar nas nossas escolas esses princípios da ecologia e as ferramentas que são necessárias para construir e alimentar comunidades sustentáveis”, ressaltou.


Mudança de paradigmas

Nem todo o crescimento é bom, pois pode, por exemplo, se valer de exploração excessiva de recursos naturais, combustíveis fósseis e desigualdade de renda” – Fritjof Capra
Para o austríaco, o grande desafio de nossa época é construir e nutrir comunidades sustentáveis. “Os maiores problemas de nossa era: mudanças climáticas, pobreza, energia, água, estão conectados, são interdependentes. Suas soluções também”, enfatizou.
A fim de reverter o quadro atual do planeta, o pensador acredita que deva haver uma mudança de paradigmas, baseada em um “todo integrado”, tal qual um conjunto de sistemas interconectados, ao invés de uma coleção de partes dissociadas.


Papa Francisco

Avesso ao termo “desenvolvimento sustentável”, que segundo ele remete a ideia de crescimento ilimitado da economia, com base no Produto Interno Bruto (PIB), Capra enalteceu o chamado “crescimento qualitativo”, que segundo ele aprimora a qualidade da vida.


O físico aproveitou para elogiar a Encíclica divulgada recentemente pelo Vaticano. “O Papa Francisco reconheceu isso, quando cita que é necessário ‘redefinir nossa visão de progresso’. Nem todo crescimento é bom, pois pode, por exemplo, se valer de exploração excessiva de recursos naturais, combustíveis fósseis e desigualdade de renda”, justificou.

Fritjof Capra no primeiro dia do congresso Ciclos

Na concepção de Capra, o Papa Francisco reconheceu a interdependência da natureza em sua Encíclica, “mas nossos políticos não conseguem conectar os pontos”.
O físico, escritor e ativista ambiental ainda observou que um mundo mais sustentável passa por investimentos na agroecologia, arquitetura sustentável e energias renováveis.
O Congresso Ciclos segue até sexta-feira (3) na capital mato-grossense.


Alguns dos trechos mais importantes da palestra de Capra:

“O conceito de sustentabilidade foi apresentado na década de 80 e, desde aquela época, foi distorcido. Vale a pena refletir por um momento sobre o que a sustentabilidade significa. Não é o crescimento econômico, mas a teia a qual defende nossa vida. Tem que ser projetada considerando a natureza.”


“O pensamento sistêmico pode servir para integrar ONGs, por exemplo. Ele é inerentemente multidisciplinar. As redes são o padrão básico de organização de todos os sistemas.”

“O crescimento bom é baseado nas energias renováveis, favorece a comunidade local, recicla… O crescimento qualitativo envolve soluções sistêmicas.”
“Os alimentos orgânicos têm efeito positivo na saúde das pessoas. A agricultura orgânica significa contribuir na luta contra as mudanças climáticas, pois o solo é rico em substâncias vivas.”
“Uma comunidade sustentável tem de ser projetada de uma forma que não interfira na maneira natural de como a natureza sustenta a vida.”
” [A alfabetização ecológica] Tem que se tornar uma competência crítica para políticos, empresários, indústria, universidade, todos os níveis. É preciso compreender os princípios básicos da ecologia e aplica-los.”
O repórter viajou a Cuiabá a convite do Centro Sebrae de Sustentabilidade.
Fonte: EcoD – Fotos: Rodrigo Lorenzon

A Banana Campanha Contra os Agrotóxicos e Pela Vida!


Preceitos importantes para uma dieta saudável


Elaine de Azevedo é graduada em nutrição pela UFPR, mestre em Agroecossistemas pela UFSC, doutora em Sociologia Política, também pela UFSC, e Pós-Doutora na Faculdade de Saúde Pública (USP). Além disso,  frequentou um curso de aperfeiçoamento em medicina antroposófica, que dá prioridade ao consumo de alimentos biodinâmicos, e realizou estágios em clínicas e hospitais antroposóficos na Alemanha, Áustria e Suíça.

Autora do livro Alimentos Orgânicos: ampliando os conceitos de saúde humana, ambiental e social (2012, Editora Senac), Elaine oferece uma perspectiva mais ampla para a significação de um alimento saudável. Ela expande este conceito para a cadeia produtiva, contemplando saúde física, econômica, ambiental e social. “Comer é um dos atos mais complexos que a gente faz cotidianamente”, afirma.

A fim de explicar sua posição a favor da produção e do consumo orgânico e agroecológico, reunimos uma série de dados e apontamentos da especialista sobre cultivo ecológico e sobre o outro modelo, aquele de alta toxicidade.


> O valor nutricional dos alimentos orgânicos em comparação aos alimentos convencionais

Elaine de Azevedo: Os orgânicos não têm maior valor nutricional que os convencionais; têm melhor valor nutricional, porque existe um equilíbrio na quantidade de nutrientes, esperada para cada cultura, já que os alimentos provêm de um solo altamente nutrido. Ou seja, os orgânicos e ecológicos não têm, por exemplo, maior teor de minerais, quem tem de menos são os convencionais. Por isso os especialistas receitam cada vez mais suplementos sintéticos. Os solos estão pobres; os alimentos produzidos neles também.

Também é comprovado por meio de estudos, que os alimentos orgânicos têm maior teor de fitoquímicos, substâncias como isoflavona, sulforaceno e licopeno, foco da nutrição funcional. Na planta, essas substâncias funcionam como um sistema de defesa. E isso acontece porque os vegetais orgânicos têm que desenvolver um sistema de defesa mais eficiente já que não recebem o agrotóxico que controla as doenças. No caso de alimentos de origem animal, os orgânicos têm gordura de melhor qualidade, porque os animais criados organicamente têm a possibilidade de caminhar, ciscar, se movimentar. Há várias pesquisas que demonstram que orgânicos de origem animal (carnes, leites, ovos) têm taxas iguais de ômegas 3 e 6, maior teor de ácidos graxos insaturados e menores teores de ácidos graxos saturados.

Façamos uma relação com o ser humano. “Quando comemos demais, não quer dizer que estejamos bem nutridos. Ao contrário. Pode surgir uma tendência à obesidade. E, se comemos pouco e mal, ficamos desnutridos. O ideal, então, é termos a qualidade e a quantidade de nutrientes adequada para a nossa espécie. Nas plantas é a mesma coisa. O solo deve fornecer o necessário, não o excesso. Um solo saudável, enriquecido com adubos orgânicos, é rico em muitos tipos de minerais. Os vegetais cultivados convencionalmente, à base de fertilizantes sintéticos – compostos unicamente de grandes quantidades de nitrogênio, fósforo e potássio de alta solubilidade, o adubo NPK –, acabam absorvendo grandes quantidades de nitrogênio do solo. Por isso, formam mais proteína, mas também mais nitrogênio livre, criando um desequilíbrio interno na planta. Esses vegetais que têm nitrogênio em excesso atraem mais pragas e por consequência tem-se que usar mais agrotóxicos para combatê-las. Ou seja, ter mais proteína não significa necessariamente ser um alimento mais saudável. Já a planta cultivada organicamente recebe e absorve somente os nutrientes de que precisa e tem um equilíbrio no valor nutritivo em geral. Não me refiro especificamente a carboidratos, lipídios e proteínas, que, tanto nos alimentos orgânicos quanto nos convencionais, são formados pela ação da luz solar, pela fotossíntese.

No entanto, vale lembrar que existem múltiplos aspectos de qualidade do alimento orgânico. O valor nutricional é um deles. Mas existem outros, como toxicidade, que é o principal diferencial, durabilidade e características sensoriais, como sabor, cor e textura. A comparação entre orgânicos e convencionais no aspecto nutricional é bastante difícil. O simples transporte do alimento, a quantidade de luz solar ou água que a planta recebe já mudam o valor nutricional, então é um campo que precisa ter muito controle para a realização de estudos comparativos. Mas de qualquer maneira não é sob esse enfoque que se pode dizer: ah, é aí que os orgânicos se destacam. Não é por aí. Focar o valor nutricional para definir o que é um alimento realmente saudável para nós e para o meio ambiente mostra-se bastante reducionista.


> O ponto de vista dos nutricionistas sobre os agrotóxicos e os transgênicos 

Elaine de Azevedo: De forma geral, os Conselhos Federal e Estaduais de Nutrição estimulam o consumo de orgânicos e são favoráveis a rotulagem e a pesquisa mais aprofundada dos transgênicos. Os nutricionistas da área de Saúde Pública estão mais conscientes da importância de controlar o consumo dos agrotóxicos e dos transgênicos devido às recentes discussões das Políticas de Segurança Alimentar e Nutricional e da Política Nacional de Alimentação Escolar, que promovem os alimentos orgânicos e ecológicos de origem familiar. Os nutricionistas funcionais também estão atentos a essa abordagem. A área clínica ainda me parece a mais distante dessa discussão, uma vez que os cursos de Nutrição nas universidades ainda carecem de professores capacitados para abordar esses conteúdos.



> Os riscos de ingerir diariamente resíduos de agrotóxicos, mesmo que na dose recomendada pela Anvisa

Elaine de Azevedo: Os efeitos dos agrotóxicos são cumulativos. Aliás, todo problema relacionado à alimentação tem esse efeito. Mas não há como comprovar, literalmente, se o câncer que determinada pessoa teve depois de 30 anos consumindo alimentos convencionais está relacionado ao agrotóxico. Há estudos que mostram a relação de vários tipos de câncer com alguns agrotóxicos e, mais recentemente, detectou-se a relação entre o Mal de Parkinson e agrotóxicos na França. Mas todas essas doenças são multicausais. Não é só o agrotóxico que causa o câncer. E é justamente a multicausalidade das doenças que torna extremamente difícil a gente dizer qual é a dose inócua para o organismo.

Essa falta de conclusões científicas dificulta barrar o uso dos agrotóxicos. O assunto é debatido dentro de um critério de risco e não de perigo. Explico: perigo a gente conhece a causa (com pesquisas provando, como o perigo do fumo); risco a gente não pode provar, como a relação direta entre câncer e os agrotóxicos.

Ainda assim, não dá para dizer: qual é a dose certa do veneno?  Veneno é veneno. Se você usar pouco, com certeza o efeito vai ser mais de longo prazo. É aquela história: se você fumar pouco, continua sendo maléfico, mas você vai ter o efeito a mais longo prazo do que se fumar muito. Se alguém bebe o agrotóxico, morre. Se usa um pouquinho ao longo da vida, poderá ter uma doença crônica, não aguda. Mas continua a ingerir veneno e as consequências disso vão aparecer um dia. Nesse sentido, a expressão “dose certa”, porque é a recomendada pelo fabricante e instituições, mostra-se totalmente inadequada, pois desconhece essa realidade.  Mas o cenário é ainda pior, porque não estamos ingerindo a quantidade certa. Estamos ingerindo mais, daí é ainda pior calcular riscos.


> Preço e a produção em grande escala dos orgânicos

Elaine de Azevedo: Na produção animal é complicado conseguir a produtividade que as granjas de porcos e galinhas e o confinamento de bovinos conseguem à custa do sofrimento animal e da qualidade das carnes, ovos e leites. Aí entraria outra discussão relacionada à necessidade de diminuir a ingestão de proteína animal para o ser humano contemporâneo. Já na produção vegetal, é possível equiparar a produtividade e há muitos estudos e casos sobre isso em revistas especializadas da Agroecologia e Agricultura Orgânica.

Com relação ao preço, este valor mais caro é algo relativo, já que os orgânicos efetivamente proporcionam maior benefício à saúde. Não só à saúde humana, mas também à saúde do meio ambiente, que, por tabela, também acaba refletindo na saúde humana. Então esse adicional de preço justo – que deve ser justo, e não 100% a mais, ou um preço especulativo – relaciona-se a um alimento de melhor qualidade. Todo e qualquer produto melhor custa mais. A lei do mercado está implícita no alimento também. O produto orgânico é mais caro porque tem melhor qualidade. Mas, repito, não pode ser um preço abusivo que torne o alimento elitizado. Como todo produto no mercado, o orgânico vai baratear se houver maior procura. Além disso, é preciso pensar de forma sustentável a médio e longo prazos. Pensando na sua saúde, o que você economiza no seu prato, gasta na farmácia e no hospital.


> O cenário dos orgânicos no Brasil versus o agronegócio

Elaine de Azevedo: Primeiro é bom enfatizar que essa dicotomia (agronegócio e agricultura orgânica) é muito frágil. O agronegócio não está preocupado em produzir os alimentos para o consumo dos brasileiros ou em promover segurança alimentar e nutricional, mas é uma dinâmica de caráter econômico que objetiva a concentração de capital pelas oligarquias transnacionais que predominam no setor. A agricultura orgânica – especialmente aquela vinculada a agricultura familiar – é quem assume essas preocupações, junto com a agricultura familiar “convencional”. O interesse nos orgânicos continua a crescer em todo o Brasil, a consciência do consumidor aumenta e cada vez mais a população busca esse tipo de alimentos em feiras e lojas especializadas, tendência que aparece em vários países do mundo.



> Dicas para uma dieta saudável 

Elaine de Azevedo: Comprem orgânicos, carnes frescas, ovos “caipira” e alimentos da época provenientes de agricultores da sua região. Preocupem-se com a origem dos seus alimentos, leiam rótulos, questionem a procedência do que vocês compram. E o mais importante: dediquem tempo para esse ato de prazer cotidiano que pode se tornar-se um ato político e socioambiental.

É importante destacar que não há maneira de eliminar os agrotóxicos dos alimentos. A grande maioria dos agrotóxicos é metabolizada até a semente. Então, o que você tira na higienização é o excesso, e não o agrotóxico metabolizado pela planta. E eu sou contra tirar a casca de um alimento – fonte de fibras e nutrientes – porque temos que diminuir o veneno. Tem que ser orgânico, tem que ser sem veneno.
Fontes: Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) e Portal Orgânico.
Imagens: Brittany Wright

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Estes 20 alimentos limpam naturalmente as suas artérias e te protegem de ter um infarto. Coma bem e viva mais!

Problemas cardíacos é uma das principais causas de morte em muitos países. Um grande fator de risco, tanto para infarto como para AVC, são as artérias entupidas, que podem interromper o fluxo sanguíneo do seu corpo. Stress, falta de movimento, e especialmente má alimentação contribuem para aumentar as taxas de infarto. Fazer algumas pequenas mudanças na sua dieta pode diminuir este risco drasticamente. Aqui estão alguns alimentos que bebidas que são conhecidos por manterem suas artérias livres de entupimento:

Fonte: 


Salmão
O salmão é considerado umas das comidas mais benéficas para o coração. O motivo é a alta quantidade de ácidos graxos encontrados neste peixe. Eles ajudam a diminuir e prevenir o aumento do colesterol, nível de triglicerídeo, e inflamações. Outras opções de peixes saudáveis são: atum, arenque e cavala. Claro, o ideal é comprar o peixe fresco e orgânico, se possível.

Suco de laranja
Suco de laranja integral é rico em antioxidantes que ajudam na saúde dos vasos sanguíneos. Ele também é conhecido por diminuir a pressão sanguínea. Dois copos de suco fresco todo dia são suficientes para cobrir o valor diário de vitamina C recomendado e proporcionar vitaminas e minerais suficientes para impactar sua saúde positivamente.

Café
Sim! Existe finalmente uma razão saudável para tomar uma xícara de café pela manhã. Estudos mostram que tomar 2-4 xícaras de café durante o dia pode reduzir o risco de infarto em até 20%. Mas lembre-se de que o café também pode ter efeitos negativos para o estômago, e o excesso de cafeína também não é muito saudável para você.

Oleaginosas
As oleaginosas (vegetais que possuem óleos e gorduras, como as nozes, as amêndoas, as castanhas, etc.) são há muito tempo conhecidas pela sua abundância em gordura saudável. Isso inclui ômega 3 e gorduras insaturadas. Elas não são boas apenas para manter o seu nível de colesterol equilibrado, mas também beneficiam a suas articulações e a sua memória. As nozes e amêndoas, em particular, tem altos níveis deste tipo de gordura. Comer um punhado delas todo dia pode fazer toda diferença na sua saúde.
Caqui
Rico em fibra e esteróis saudáveis, o caqui pode ajudar a diminuir o nível do colesterol. A chamada "fruta divina" é uma doce e saborosa adição em saladas e cereais.

Cúrcuma
A cúrcuma contém alto nível de curcumina, que tem muitos atributos positivos. O tempero ajuda a prevenir o armazenamento exagerado de gordura e diminui a inflamação dos tecidos. A cúrcuma é uma saborosa adição a muitos pratos e também dá um chá delicioso.

Chá verde
O chá verde é bem conhecido pelo seu efeito energético e calmante simultaneamente. Uma razão para isso é catequina contida nas folhas da planta. Este antioxidante diminui a absorção de colesterol e ajuda o metabolismo. 1-2 xícaras de chá por dia é suficiente para proporcionar o máximo de benefícios.

Melancia
A rainha das frutas de verão além de ser refrescante, também alarga os vasos sanguíneos, promovendo a produção de óxido nítrico. Um pedaço da fruta ocasionalmente pode fazer maravilhas!

Grãos integrais
A farinha integral é um outro jeito de prevenir o colesterol alto. Ela tem muita fibra, que se junta ao colesterol, evitando que ele se acumule nas artérias. Alimentos com muitos grãos integrais eveitam que o colesterol se acumule e ajudam a quebrar o que já está armazenado. Bons grãos integrais são: aveia, arroz integral e pão integral.

Queijo
O queijo nem sempre tem a melhor reputação em se tratando de colesterol, mas se não for consumido em excesso, ele pode realmente ajudar a abaixar a pressão e o nível de colesterol.

Alga marinha
A lista de substâncias saudáveis na alga marinha é impressionante: ela é rica em numerosos minerais, vitaminas, proteínas, antioxidantes e carotenoides. Seu consumo regular pode ajudar a regular a pressão sanguínea e aumentar os vasos, ambos bons para a circulação. Pessoas que comem algas regularmente podem diminuir seu colesterol em até 15%.

Cranberries (Arando ou Oxicoco no Brasil)
São uma grande fonte de potássio. Se você beber o suco desta fruta regularmente, você aumenta o nível do seu colesterol bom e diminui o colesterol ruim. Consumir 2 copos por dia pode diminuir o risco de infarto em até 40%.

Canela
A canela não é só deliciosa no chá ou em doces, ela também é uma ferramenta importante para combater o alto colesterol, prevenindo o acúmulo nas artérias. Apenas 1 colher de chá por dia já pode ter um efeito notável.

Romã
Romãs são ricas em fitoquímicos que promovem naturalmente a produção de óxido nítrico, que é bom para a circulação. Esta fruta exótica também vai bem na salada, e seu suco é uma outra opção saudável.

Espinafre
Ele não é bom apenas para os músculos do Popeye. O espinafre ajuda a limpar as artérias e a diminuir a pressão sanguínea. Mesmo que o mito de que o espinafre tenha muito ferro tenha sido derrubado, ele ainda é conhecido por ser rico em potássio e ácido fólico. Essas duas substâncias diminuem o risco de infarto e ajuda os tecidos musculares.

Azeite de oliva
Italianos e gregos sabem há muito tempo o segredo da boa saúde: azeite de boa qualidade. Azeite prensado a frio dá ao seu corpo gorduras saudáveis e diminuem os níveis de colesterol. Isso pode diminuir o risco de infarto em 41%.

Brócolis
Este vegetal poderoso, explodindo de vitamina K, previne que o cálcio se acumule em suas artérias. Ele também é benéfico para a pressão sanguínea e os níveis de colesterol. Seja comendo cru como aperitivo, ou como parte de uma refeição maior, o brócolis é uma adição rica em nutrientes para o seu dia.

Abacate
Já não é mais novidade que o abacate é extremamente saudável. As gorduras encontradas neste alimento promove um balanceamento saudável entre o colesterol bom e ruim, o que é vital para a saúde das suas artérias. Esta fruta versátil é deliciosa na salada, no pão, ou puro, com um pouquinho de sal e pimenta.

Aspargo
O aspargo é um guerreiro contra o colesterol alto. Ele previne o entupimento das veias e inflamações. O aspargo é delicioso como prato principal, na sopa, ou como acompanhamento para macarrão ou batata.

Uau! Que boa seleção de alimentos para ter um coração saudável. Eu tenho certeza de que tem pelo menos alguma coisa nesta lista para agradar cada um. Eu amo quando o delicioso e o saudável de juntam.