Pesquisadores americanos simularam o que
aconteceria na economia dos EUA se o sistema de saúde subsidiasse custos da
população com frutas e verduras.
quinta-feira, 25 de abril de 2019
terça-feira, 23 de abril de 2019
O que é Agroecologia?
Um sistema de produção sustentável,
economicamente viável e socialmente justo. A
agroecologia mistura espécies, usa adubos naturais, mantém o solo fértil, tem
alta produtividade o ano todo e gera mais empregos. É praticada principalmente por
pequenos produtores familiares e movimentos agrários.
Agroecologia consegue produzir tanto quanto o
Agronegócio?
Produz mais. Dados apontam que a
capacidade da agroecologia alcança o dobro da produtividade do
agronegócio. Com mais incentivo, a agroecologia pode produzir
alimento de qualidade e em quantidade suficiente para toda a população mundial,
e sem veneno.
É verdade que custa mais caro?
Não. Muitas vezes, os orgânicos são
colocados a preços altos em supermercados. Mas comprar em feiras agroecológicas
ou direto com produtores/as rurais é mais barato do que consumir
alimentos com agrotóxicos. Isso porque esses alimentos, gerados em
sistemas equilibrados, têm um custo de produção muito menor do que os
produzidos com compostos químicos.
TROQUE AGRONEGÓCIO POR AGROECOLOGIA
Os agrotóxicos não estão só nos alimentos. Eles já
contaminam o solo, o ar, a água que bebemos, a maioria dos produtos
industrializados e também carnes e queijos. Agrotóxicos já são
encontrados até mesmo no leite materno.
Apesar de muitos já serem proibidos
na União Europeia e Estados Unidos, há pressões do setor agrícola para manter
esses produtos no Brasil. A produção de agrotóxicos é controlada por poucos e
grandes grupos empresariais, o que cria um mercado altamente concentrado
e impacta a distribuição de renda e a economia.
O uso contínuo de agrotóxicos acaba
com a vida do solo e cria um ciclo negativo: plantas cada vez mais
doentes, “pragas” cada vez mais resistentes e uso cada vez maior de adubos
químicos e agrotóxicos..
O primeiro passo é
reduzir o consumo de agrotóxicos em nosso dia a dia.
Além disso, precisamos pressionar o governo por mudanças nas políticas públicas, pelo banimento dos
agrotóxicos e pela implantação de uma Política Nacional de Agroecologia, ao invés de injetar cada vez
mais dinheiro no agronegócio.
Além disso, precisamos pressionar o governo por mudanças nas políticas públicas, pelo banimento dos
agrotóxicos e pela implantação de uma Política Nacional de Agroecologia, ao invés de injetar cada vez
mais dinheiro no agronegócio.
OS AGROTÓXICOS
CONTAMINAM O MEIO AMBIENTE, A SOCIEDADE E A SUA SAÚDE.
domingo, 17 de março de 2019
ALIMENTOS ORGÂNICOS
O ponto comum entre as diferentes correntes que formam a base da agricultura orgânica é a busca de um sistema de produção sustentável no tempo e no espaço, mediante o manejo e a proteção dos recursos naturais, sem a utilização de produtos químicos agressivos à saúde humana e ao meio ambiente, mantendo incremento da fertilidade e a vida dos solos, a diversidade biológica e respeitando a integridade cultural dos agricultores.
* Produtos orgânicos são ecologicamente corretos - a produção vivifica o solo, mantém as florestas naturais e o ciclo das águas limpas. O meio ambiente agradece o equilíbrio promovido no ecossistema em que a agricultura orgânica ou biodinâmica reside.
* Os projetos orgânicos são socialmente justos - se preocupam com o bem estar das pessoas e respeitam seus direitos.
Plantio e colheita buscam qualidade, respeitando as estações do ano, clima da região, maturação, além de outros fatores fundamentais a uma agricultura equilibrada. Com esses cuidados o resultado é a produção de alimentos saudáveis, onde seus nutrientes são conservados. Por tudo isso são ricos e completos em sua essência.
*Alimentos orgânicos recebem selos de certificação, que atestam a veracidade dos produtos e as condições ideais de produção.
- Alimento integral nem sempre é orgânico
- Alimento natural nem sempre é orgânico
- Alimentos hidropônicos não são orgânicos
- Alimentos Transgênicos não são orgânicos
Fonte: http://www.namaste.ind.br/index.html
domingo, 9 de dezembro de 2018
Batata Doce é a chave para o fim da gastrite, refluxo, azia, e até mesmo úlceras!
Com toda a certeza, você já conheceu pessoas que têm o seu dia a dia afetado por sofrerem de sérios problemas estomacais, como úlceras ou gastrite.
Porém, existe um alimento que consegue eliminar todos esses distúrbios: a batata doce!É só juntar esse ingrediente com 600 ml de água filtrada para resolver qualquer incômodo no estômago.
Como tratar de problemas estomacais através da batata-doce:
1 – Tire a casca da batata e ponha-a juntamente com um bocadinho de água numa tigela: desse jeito, a batata nunca ficará escura;
2 – Ponha a batata e os 600 ml de água num liquidificador e, depois, recorra a um pano para coar o preparado;
3- Você deverá ficar com uma mistura idêntica a essa que apresentamos na imagem seguinte. A parte escura corresponde ao líquido. Já a parte branca é o polvilho;
4. Jogue o líquido fora, ficando somente com o polvilho;
5. Ponha tudo o que restou numa área que não esteja molhada;
6. Assim que o preparado ficar seco, dissolva uma colher de polvilho de batata em 200 ml de água e misture tudo muito bem;
7. Beba – deve ingerir um copo assim que acordar, antes do café da manhã, outro, antes do almoço, e outro, antes do jantar.
sexta-feira, 30 de novembro de 2018
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
Estudo Mostra Relação entre Alimentos Orgânicos e a Redução do Câncer
SAÚDE
Roni Caryn Rabin
Do New York Times
03/11/2018 09h38
As pessoas que compram alimentos orgânicos geralmente estão convencidas de que eles são melhores para a saúde e estão dispostas a pagar mais caro por isso. Até hoje, no entanto, não havia evidências dos benefícios de comer alimentos orgânicos.
Agora, um novo estudo francês que acompanhou 70 mil adultos, a maioria deles do sexo feminino, durante cinco anos, relatou que os consumidores mais frequentes de alimentos orgânicos tinham 25 por cento menos cânceres do que aqueles que nunca comiam orgânicos. Os que ingeriam mais frutas, verduras, laticínios, carne e outros alimentos orgânicos tiveram uma queda particularmente acentuada na incidência de linfomas e uma redução significativa nos casos de câncer de mama na pós-menopausa.
A magnitude da proteção surpreendeu os autores do estudo. "Esperávamos encontrar uma redução, mas esse resultado é muito mais significativo", afirmou Julia Baudry, principal autora do estudo e pesquisadora do Centro de Pesquisa em Epidemiologia e Estatística Sorbonne Paris Cité, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França. Ela afirmou que o estudo não prova que a alimentação orgânica causa uma redução nos cânceres, mas sugere fortemente que "uma dieta com base orgânica pode contribuir para reduzir o risco de câncer".
O estudo, publicado na recentemente na JAMA Internal Medicine, foi pago inteiramente por fundos públicos e governamentais.
Especialistas em nutrição da Universidade de Harvard, que escreveram um comentário acompanhando o estudo, expressaram cautela, no entanto, criticando a falha dos pesquisadores em testar os níveis de resíduos de pesticidas nos participantes, a fim de validar a quantidade dessa exposição. Eles pediram mais estudos de longo prazo financiados pelo governo para confirmar os resultados.
"Do ponto de vista prático, os resultados ainda são preliminares e não são suficientes para alterar as recomendações dietéticas sobre a prevenção do câncer", disse o doutor Frank B. Hu, autor do comentário e presidente do departamento de nutrição da Escola de Saúde Pública T.H. Chan de Harvard.
Ele explicou que, se a ideia é prevenir o câncer, é mais importante para os americanos simplesmente comer mais frutas e vegetais, mesmo que o produto não seja orgânico. A Sociedade Americana de Câncer recomenda fazer uma dieta saudável com muitas frutas e vegetais, grãos integrais em vez de refinados e quantidades limitadas de carne vermelha, carne processada e açúcares.
Hu pediu que órgãos governamentais como os Institutos Nacionais de Saúde e o Departamento de Agricultura financiassem pesquisas para avaliar os efeitos de uma dieta orgânica, dizendo que há "razões científicas suficientemente fortes e uma grande necessidade do ponto de vista da saúde pública".
O único estudo além desse de grandes proporções que perguntou aos participantes sobre o consumo de alimentos orgânicos com referência ao câncer foi uma pesquisa britânica de 2014.
Embora tenha encontrado um risco significativamente menor de linfoma não-Hodgkin entre mulheres que disseram que, em geral ou sempre, comiam alimentos orgânicos, também encontrou uma taxa maior de câncer de mama nos consumidores orgânicos – e nenhuma redução geral no risco de câncer.
Os autores desse estudo, conhecido como Million Women, disseram na época que mulheres mais ricas e mais instruídas, tinham maior probabilidade de comprar alimentos orgânicos, mas também possuíam fatores de risco que aumentam a probabilidade de ter câncer de mama, como menos filhos e maior consumo de álcool.
O mercado de alimentos orgânicos cresceu nos últimos anos, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. As vendas de comidas orgânicas aumentaram para US$45,2 bilhões no ano passado nos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa de 2018 da Associação Comercial Orgânica.
Para que os alimentos sejam certificados como orgânicos pelo Departamento de Agricultura, devem ser cultivados sem o uso da maioria dos fertilizantes e pesticidas sintéticos e não podem conter organismos geneticamente modificados. A carne precisa ser produzida criando animais alimentados com produtos orgânicos, sem o uso de hormônios ou antibióticos. Esses itens agora representam 5,5 por cento de todos os alimentos vendidos em lojas de varejo, de acordo com o grupo de comércio orgânico.
Um representante da Aliança para a Alimentação e Agricultura, grupo que procura acalmar as preocupações do público sobre os pesticidas, disse que os consumidores não devem se preocupar com os riscos de ter câncer por consumir frutas e vegetais cultivados convencionalmente.
"Décadas de estudos nutricionais revisados amplamente e conduzidos usando produtos cultivados de modo convencional mostraram que ter uma dieta rica em frutas e vegetais previne doenças como o câncer e leva a uma vida mais longa", disse Teresa Thorne, diretora executiva da Aliança, por e-mail.
Para o estudo recente, os pesquisadores recrutaram 68.946 voluntários que tinham 44 anos, em média, quando o estudo começou. A grande maioria, 78 por cento, era formada por mulheres.
Os participantes forneceram informações detalhadas sobre a frequência com que consumiram 16 tipos diferentes de orgânicos. Os pesquisadores perguntaram sobre uma ampla gama de alimentos, incluindo frutas, vegetais, laticínios e produtos de soja, carne, peixe e ovos, assim como grãos e legumes, pão e cereais, farinha, óleos e condimentos, vinho, café e chás, biscoitos, chocolate, açúcar e até mesmo suplementos dietéticos.
Os voluntários do estudo forneceram três registros de 24 horas de sua ingestão, incluindo o tamanho das porções, durante um período de duas semanas.
A informação era muito mais detalhada do que a fornecida pelos participantes do estudo britânico Million Women, que responderam a uma única pergunta sobre a frequência com que se alimentavam com orgânicos.
Os participantes do estudo francês também forneceram informações sobre seu estado geral de saúde, sua ocupação, educação, renda e outros detalhes, como se tinham ou não o hábito de fumar.
Como as pessoas que comem alimentos orgânicos tendem a ser mais conscientes da saúde e podem se beneficiar de outros comportamentos saudáveis, e também tendem a ter rendimentos mais altos e mais anos de educação do que aqueles que não comem orgânicos, os pesquisadores fizeram ajustes para explicar as diferenças nessas características, bem como fatores como atividade física, tabagismo, consumo de álcool, histórico familiar de câncer e peso.
Mesmo após esses ajustes, os consumidores mais frequentes de alimentos orgânicos apresentaram 76 por cento menos ocorrências de linfomas, 86 por cento menos de linfomas não Hodgkin e 34 por cento de redução dos cânceres de mama que se desenvolvem após a menopausa.
As reduções nos linfomas podem não ser tão surpreendentes. Estudos epidemiológicos têm encontrado consistentemente maior incidência de alguns linfomas entre pessoas como agricultores e trabalhadores rurais que estão expostos a certos pesticidas por causa do trabalho que realizam.
A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classificou dois pesticidas comumente usados na agricultura – o malatião e o diazinon –, bem como o herbicida glifosato como prováveis carcinógenos humanos e ligou os três produtos ao linfoma não-Hodgkin.
Uma razão pela qual uma dieta orgânica pode reduzir o risco de câncer de mama é que muitos pesticidas causam desequilíbrios endócrinos e imitam a função estrogênica, e os hormônios desempenham um papel causal na doença.
A magnitude da proteção surpreendeu os autores do estudo. "Esperávamos encontrar uma redução, mas esse resultado é muito mais significativo", afirmou Julia Baudry, principal autora do estudo e pesquisadora do Centro de Pesquisa em Epidemiologia e Estatística Sorbonne Paris Cité, do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica da França. Ela afirmou que o estudo não prova que a alimentação orgânica causa uma redução nos cânceres, mas sugere fortemente que "uma dieta com base orgânica pode contribuir para reduzir o risco de câncer".
O estudo, publicado na recentemente na JAMA Internal Medicine, foi pago inteiramente por fundos públicos e governamentais.
Especialistas em nutrição da Universidade de Harvard, que escreveram um comentário acompanhando o estudo, expressaram cautela, no entanto, criticando a falha dos pesquisadores em testar os níveis de resíduos de pesticidas nos participantes, a fim de validar a quantidade dessa exposição. Eles pediram mais estudos de longo prazo financiados pelo governo para confirmar os resultados.
"Do ponto de vista prático, os resultados ainda são preliminares e não são suficientes para alterar as recomendações dietéticas sobre a prevenção do câncer", disse o doutor Frank B. Hu, autor do comentário e presidente do departamento de nutrição da Escola de Saúde Pública T.H. Chan de Harvard.
Ele explicou que, se a ideia é prevenir o câncer, é mais importante para os americanos simplesmente comer mais frutas e vegetais, mesmo que o produto não seja orgânico. A Sociedade Americana de Câncer recomenda fazer uma dieta saudável com muitas frutas e vegetais, grãos integrais em vez de refinados e quantidades limitadas de carne vermelha, carne processada e açúcares.
Hu pediu que órgãos governamentais como os Institutos Nacionais de Saúde e o Departamento de Agricultura financiassem pesquisas para avaliar os efeitos de uma dieta orgânica, dizendo que há "razões científicas suficientemente fortes e uma grande necessidade do ponto de vista da saúde pública".
O único estudo além desse de grandes proporções que perguntou aos participantes sobre o consumo de alimentos orgânicos com referência ao câncer foi uma pesquisa britânica de 2014.
Embora tenha encontrado um risco significativamente menor de linfoma não-Hodgkin entre mulheres que disseram que, em geral ou sempre, comiam alimentos orgânicos, também encontrou uma taxa maior de câncer de mama nos consumidores orgânicos – e nenhuma redução geral no risco de câncer.
Os autores desse estudo, conhecido como Million Women, disseram na época que mulheres mais ricas e mais instruídas, tinham maior probabilidade de comprar alimentos orgânicos, mas também possuíam fatores de risco que aumentam a probabilidade de ter câncer de mama, como menos filhos e maior consumo de álcool.
O mercado de alimentos orgânicos cresceu nos últimos anos, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos. As vendas de comidas orgânicas aumentaram para US$45,2 bilhões no ano passado nos Estados Unidos, de acordo com uma pesquisa de 2018 da Associação Comercial Orgânica.
Para que os alimentos sejam certificados como orgânicos pelo Departamento de Agricultura, devem ser cultivados sem o uso da maioria dos fertilizantes e pesticidas sintéticos e não podem conter organismos geneticamente modificados. A carne precisa ser produzida criando animais alimentados com produtos orgânicos, sem o uso de hormônios ou antibióticos. Esses itens agora representam 5,5 por cento de todos os alimentos vendidos em lojas de varejo, de acordo com o grupo de comércio orgânico.
Um representante da Aliança para a Alimentação e Agricultura, grupo que procura acalmar as preocupações do público sobre os pesticidas, disse que os consumidores não devem se preocupar com os riscos de ter câncer por consumir frutas e vegetais cultivados convencionalmente.
"Décadas de estudos nutricionais revisados amplamente e conduzidos usando produtos cultivados de modo convencional mostraram que ter uma dieta rica em frutas e vegetais previne doenças como o câncer e leva a uma vida mais longa", disse Teresa Thorne, diretora executiva da Aliança, por e-mail.
Para o estudo recente, os pesquisadores recrutaram 68.946 voluntários que tinham 44 anos, em média, quando o estudo começou. A grande maioria, 78 por cento, era formada por mulheres.
Os participantes forneceram informações detalhadas sobre a frequência com que consumiram 16 tipos diferentes de orgânicos. Os pesquisadores perguntaram sobre uma ampla gama de alimentos, incluindo frutas, vegetais, laticínios e produtos de soja, carne, peixe e ovos, assim como grãos e legumes, pão e cereais, farinha, óleos e condimentos, vinho, café e chás, biscoitos, chocolate, açúcar e até mesmo suplementos dietéticos.
Os voluntários do estudo forneceram três registros de 24 horas de sua ingestão, incluindo o tamanho das porções, durante um período de duas semanas.
A informação era muito mais detalhada do que a fornecida pelos participantes do estudo britânico Million Women, que responderam a uma única pergunta sobre a frequência com que se alimentavam com orgânicos.
Os participantes do estudo francês também forneceram informações sobre seu estado geral de saúde, sua ocupação, educação, renda e outros detalhes, como se tinham ou não o hábito de fumar.
Como as pessoas que comem alimentos orgânicos tendem a ser mais conscientes da saúde e podem se beneficiar de outros comportamentos saudáveis, e também tendem a ter rendimentos mais altos e mais anos de educação do que aqueles que não comem orgânicos, os pesquisadores fizeram ajustes para explicar as diferenças nessas características, bem como fatores como atividade física, tabagismo, consumo de álcool, histórico familiar de câncer e peso.
Mesmo após esses ajustes, os consumidores mais frequentes de alimentos orgânicos apresentaram 76 por cento menos ocorrências de linfomas, 86 por cento menos de linfomas não Hodgkin e 34 por cento de redução dos cânceres de mama que se desenvolvem após a menopausa.
As reduções nos linfomas podem não ser tão surpreendentes. Estudos epidemiológicos têm encontrado consistentemente maior incidência de alguns linfomas entre pessoas como agricultores e trabalhadores rurais que estão expostos a certos pesticidas por causa do trabalho que realizam.
A Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer classificou dois pesticidas comumente usados na agricultura – o malatião e o diazinon –, bem como o herbicida glifosato como prováveis carcinógenos humanos e ligou os três produtos ao linfoma não-Hodgkin.
Uma razão pela qual uma dieta orgânica pode reduzir o risco de câncer de mama é que muitos pesticidas causam desequilíbrios endócrinos e imitam a função estrogênica, e os hormônios desempenham um papel causal na doença.
O que são Alimentos Orgânicos?
Os alimentos orgânicos são aqueles cultivados em solos férteis e equilibrados, sem adição de agrotóxicos, fertilizantes químicos ou modificações genéticas no seu processo de produção, armazenamento e comercialização. Por serem obtidos de maneira natural, são mais enriquecidos de nutrientes. São mais saborosos e mais nutritivos; Não são transgênicos; São melhores para o meio ambiente; Evitam problemas de saúde originados pelo consumo de substâncias químicas tóxicas; Preservam a fertilidade do solo, a qualidade da água, a vida silvestre, assim como os demais recursos naturais; Respeitam as leis da natureza e as diferentes épocas de safra, bem como os direitos de seus trabalhadores. Os alimentos orgânicos aumentam a vitalidade, disposição e resistência de quem os consomem. Consequentemente, crescem também, a expectativa e a qualidade de vida.

O que acontece quando você compra produtos orgânicos
Os alimentos orgânicos são aqueles cultivados em solos férteis e equilibrados, sem adição de agrotóxicos, fertilizantes químicos ou modificações genéticas no seu processo de produção, armazenamento e comercialização. Por serem obtidos de maneira natural, são mais enriquecidos de nutrientes. São mais saborosos e mais nutritivos; Não são transgênicos; São melhores para o meio ambiente; Evitam problemas de saúde originados pelo consumo de substâncias químicas tóxicas; Preservam a fertilidade do solo, a qualidade da água, a vida silvestre, assim como os demais recursos naturais; Respeitam as leis da natureza e as diferentes épocas de safra, bem como os direitos de seus trabalhadores. Os alimentos orgânicos aumentam a vitalidade, disposição e resistência de quem os consomem. Consequentemente, crescem também, a expectativa e a qualidade de vida.
O que acontece quando você compra produtos orgânicos
1) Sua comida é mais gostosa. Esta é a simples razão pela qual muitos dos famosos chefs procuram produtos orgânicos.
2) As substâncias químicas ficam fora de seu prato " Produzido organicamente" significa produzido sem pesticidas, herbicidas ou fungicidas tóxicos ou fertilizantes artificiais que danificam o solo. Um relatório da Academia Americana de Ciências, de 1987, calculou em 1 milhão e 400 mil os novos casos de câncer provocados por pesticidas.
3) Você protege as futuras gerações Um relatório recente do Environmental Group (Grupo de Trabalho Ambiental) diz: " Quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima aceitável para uma vida inteira de oito pesticidas que provocam câncer". As crianças são as mais vulneráveis.
4) Você protege a qualidade da água Somos compostos por 2/3 de água.Pesticidas infiltram nos lençóis freáticos e córregos de água. A Agência de Proteção Ambiental Americana calcula que os pesticidas, alguns deles causadores de câncer, já poluem metade da água potável dos EUA.
5) Você refaz bons solos Revertemos a perda anual de bilhões de toneladas de terra boa. Na América do Norte, agricultores orgânicos usam compostos e cobertura verde para tornar o solo vivo e saudável novamente. Isso traz de volta o sabor do alimento.
6) Você gasta menos, com melhor nutrição Um estudo preliminar dos " Doctor´s Data" (Dados Médicos) de Chicago indica que frutas e hortaliças orgânicas contém 2,5 vezes mais minerais que o alimento produzido artificialmente.
7) Você paga o verdadeiro custo da comida O alimento orgânico é, na realidade, a forma mais barata de comida. Um alface convencional parece custar R$1,99, mas não se esqueça os custos ambientais e médicos. O escritor Gary Null diz: " Se você somar o real custo ambiental e social de um pé de alface, ele pode vir a custar de 2 a 3 dólares.
8) Você ajuda o pequeno agricultor, O trabalhador rural precisa ser preservado, não o alimento. Comprar o produto orgânico ajuda a acabar com o envenenamento por pesticidas de cerca de um milhão de agricultores por ano, no mundo inteiro, e ajuda a manter as pequenas propriedades.
9) Você ajuda a restaurar a biodiversidade, Fazendas orgânicas criam ecossistemas fortes equilibrados e culturas mistas, em vez de monoculturas, que são mais sensíveis a pragas. Apesar do uso de pesticidas ter aumentado, as perdas por causa de insetos estão cada vez maiores.
10) Você reduz o aquecimento global e economiza energia. O solo tratado com substâncias químicas libera uma quantidade enorme de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso, segundo Lovins, do Instituto das Montanhas Rochosas. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem eliminar 25% do aquecimento global. Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras.
Fonte: site planeta orgânico.com, ministério da agricultura, www.agricultura.gov.br
1) Sua comida é mais gostosa. Esta é a simples razão pela qual muitos dos famosos chefs procuram produtos orgânicos.
2) As substâncias químicas ficam fora de seu prato " Produzido organicamente" significa produzido sem pesticidas, herbicidas ou fungicidas tóxicos ou fertilizantes artificiais que danificam o solo. Um relatório da Academia Americana de Ciências, de 1987, calculou em 1 milhão e 400 mil os novos casos de câncer provocados por pesticidas.
3) Você protege as futuras gerações Um relatório recente do Environmental Group (Grupo de Trabalho Ambiental) diz: " Quando uma criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima aceitável para uma vida inteira de oito pesticidas que provocam câncer". As crianças são as mais vulneráveis.
4) Você protege a qualidade da água Somos compostos por 2/3 de água.Pesticidas infiltram nos lençóis freáticos e córregos de água. A Agência de Proteção Ambiental Americana calcula que os pesticidas, alguns deles causadores de câncer, já poluem metade da água potável dos EUA.
5) Você refaz bons solos Revertemos a perda anual de bilhões de toneladas de terra boa. Na América do Norte, agricultores orgânicos usam compostos e cobertura verde para tornar o solo vivo e saudável novamente. Isso traz de volta o sabor do alimento.
6) Você gasta menos, com melhor nutrição Um estudo preliminar dos " Doctor´s Data" (Dados Médicos) de Chicago indica que frutas e hortaliças orgânicas contém 2,5 vezes mais minerais que o alimento produzido artificialmente.
7) Você paga o verdadeiro custo da comida O alimento orgânico é, na realidade, a forma mais barata de comida. Um alface convencional parece custar R$1,99, mas não se esqueça os custos ambientais e médicos. O escritor Gary Null diz: " Se você somar o real custo ambiental e social de um pé de alface, ele pode vir a custar de 2 a 3 dólares.
8) Você ajuda o pequeno agricultor, O trabalhador rural precisa ser preservado, não o alimento. Comprar o produto orgânico ajuda a acabar com o envenenamento por pesticidas de cerca de um milhão de agricultores por ano, no mundo inteiro, e ajuda a manter as pequenas propriedades.
9) Você ajuda a restaurar a biodiversidade, Fazendas orgânicas criam ecossistemas fortes equilibrados e culturas mistas, em vez de monoculturas, que são mais sensíveis a pragas. Apesar do uso de pesticidas ter aumentado, as perdas por causa de insetos estão cada vez maiores.
10) Você reduz o aquecimento global e economiza energia. O solo tratado com substâncias químicas libera uma quantidade enorme de gás carbônico, gás metano e óxido nitroso, segundo Lovins, do Instituto das Montanhas Rochosas. A agricultura e administração florestal sustentáveis podem eliminar 25% do aquecimento global. Atualmente, mais energia é consumida para produzir fertilizantes artificiais do que para plantar e colher todas as safras.
Fonte: site planeta orgânico.com, ministério da agricultura, www.agricultura.gov.br
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